Questão 74 — Revalida INEP 2024.1
Uma mulher com 25 anos, primigesta, na 39ª semana de gestação, encontra-se na segunda fase do trabalho de parto (colo totalmente dilatado, cabeça fletida, encaixada no plano +2 de De Lee, posição occipto-púbica, proporção cefalopélvica adequada), em bloco obstétrico de uma maternidade do Sistema Único de Saúde, atendida por equipe experiente. A gestante, segundo relatou, havia planejado parto normal em seu pré-natal, mas após uma hora de trabalho de parto, entra em exaustão, e as contrações uterinas vão diminuindo em frequência, mesmo depois de medidas encorajadoras de esforço. Realiza-se anestesia neuroaxial, é administrada ocitocina, sendo realizada amniotomia, que revelou líquido meconial. A cardiotocografia apresenta resultado normal, razão pela qual a equipe médica decide aguardar a progressão do parto, porém, com 2 horas e meia de trabalho de parto, nova cardiotocografia aponta bradicardia, e as contrações não se revelam eficientes para a conclusão do período expulsivo. A partir do caso clínico descrito, qual deve ser a melhor conduta?
Ver Resposta e Comentário
Alternativa Correta: B. A paciente (primigesta) encontra-se no período expulsivo prolongado (já com 2h30min, anestesiada), e agora apresenta sofrimento fetal agudo (bradicardia fetal, líquido meconial). O feto já está em plano +2 de De Lee, variedade OP (occipto-púbica), proporção cefalopélvica adequada. Estão preenchidos todos os pré-requisitos para um parto vaginal operatório. A via mais rápida e segura para abreviar o parto nesse plano e com sofrimento fetal é a aplicação de fórceps de alívio/alívio com Simpson.
Estratégia Med
Buscando cursos em vídeo? Garanta 10% de desconto no Estratégia Med.