Ginecologia e ObstetríciaGinecologiaDoença Inflamatória Pélvica
Nuligesta, 26 anos, vem ao pronto atendimento queixando de corrimento fétido há 10 dias e dor no baixo ventre há sete dias. Nega febre, vômitos ou diarreia. Usa dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há um ano. Ao exame, observa-se conteúdo vaginal de coloração esverdeada e odor fétido, dor a palpação profunda de hipogástrio e ao toque vaginal apresenta dor à mobilização do colo e palpação de anexos. Qual o manejo mais adequado para essa paciente?
A
Internação hospitalar, clindamicina e gentamicina, manter DIU.
Incorreta. Internação hospitalar, clindamicina e gentamicina, manter DIU não é a conduta de escolha neste cenário. Dor pélvica, dor à mobilização cervical e anexial sugerem doença inflamatória pélvica.
B
Tratamento ambulatorial, azitromicina, ceftriaxona e metronidazol, retirar DIU.
Incorreta. A conduta “Tratamento ambulatorial, azitromicina, ceftriaxona e metronidazol, retirar DIU” não é a melhor abordagem para este cenário. Dor pélvica, dor à mobilização cervical e anexial sugerem doença inflamatória pélvica.
C
Tratamento ambulatorial, doxiciclina, ceftriaxona e metronidazol, manter DIU.
Correta. DIP leve/moderada em paciente estável é tratada ambulatorialmente com ceftriaxona, doxiciclina e metronidazol; o DIU pode permanecer inicialmente.
D
Internação hospitalar, penicilina cristalina e ceftriaxona, retirar DIU.
Incorreta. Internação hospitalar, penicilina cristalina e ceftriaxona, retirar DIU não é a conduta de escolha neste cenário. Dor pélvica, dor à mobilização cervical e anexial sugerem doença inflamatória pélvica.
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Resposta CorretaC
Comentário
Dor pélvica, dor à mobilização cervical e anexial sugerem doença inflamatória pélvica. Sem gravidade, o tratamento é ambulatorial com ceftriaxona + doxiciclina + metronidazol. O DIU não precisa ser retirado de rotina se houver boa resposta clínica.