PSU-MG 2026
Questão 41 — PSU-MG 2026
Pré-escolar, três anos de idade, previamente hígido, é levado à emergência pelos pais por apresentar petéquias em tronco e membros inferiores e equimoses generalizadas, surgidas há 48 horas. Os pais relatam que a criança apresentou quadro gripal recente, já resolvido. Ao exame físico, o paciente apresenta-se ativo, sorridente, sem outros sinais de sangramento além das petéquias e equimoses. O hemograma revela plaquetopenia - 15.000/mm³ com os demais parâmetros hematológicos (hemoglobina, leucócitos) dentro da normalidade. Qual é a CONDUTA INICIAL MAIS APROPRIADA para este paciente?
Ver Resposta e Comentário
Resposta Correta
C
Comentário
Diagnóstico de Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI)
Trata-se de uma criança previamente hígida, com história recente de infecção viral, evoluindo com petéquias e equimoses, mas em bom estado geral e sem outros sinais de sangramento. O hemograma mostra plaquetopenia isolada, confirmando o diagnóstico de PTI clássica da infância.
Conduta Inicial:
Na grande maioria das crianças com PTI que apresentam apenas sangramento cutâneo leve (petéquias e equimoses), independentemente da contagem de plaquetas, a recomendação atual é a conduta expectante com observação clínica rigorosa e orientação aos pais sobre os sinais de alerta (sangramento mucoso, epistaxe prolongada, hematúria, sangramento gastrointestinal) e precauções para evitar traumas (como evitar esportes de contato). Intervenções farmacológicas (como imunoglobulina ou corticoides) são reservadas para pacientes com sangramento ativo moderado a grave ou com risco elevado de hemorragia intracraniana.
Trata-se de uma criança previamente hígida, com história recente de infecção viral, evoluindo com petéquias e equimoses, mas em bom estado geral e sem outros sinais de sangramento. O hemograma mostra plaquetopenia isolada, confirmando o diagnóstico de PTI clássica da infância.
Conduta Inicial:
Na grande maioria das crianças com PTI que apresentam apenas sangramento cutâneo leve (petéquias e equimoses), independentemente da contagem de plaquetas, a recomendação atual é a conduta expectante com observação clínica rigorosa e orientação aos pais sobre os sinais de alerta (sangramento mucoso, epistaxe prolongada, hematúria, sangramento gastrointestinal) e precauções para evitar traumas (como evitar esportes de contato). Intervenções farmacológicas (como imunoglobulina ou corticoides) são reservadas para pacientes com sangramento ativo moderado a grave ou com risco elevado de hemorragia intracraniana.
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