SES PE 2026.2
Questão 34 — SES PE 2026.2
Mulher de 47 anos, previamente hígida, dá entrada no pronto-socorro com dor em hipocôndrio direito há 12 horas, irradiando para dorso, associada a náuseas. Nega febre. Ao exame físico, apresenta sinal de Murphy negativo e leve ictericia. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total de 3,2 mg/dL (direta 2,4), fosfatase alcalina e GGT elevadas, além de transaminases discretamente aumentadas. A ultrassonografia de abdome revela múltiplos cálculos na vesícula e ducto colédoco medindo 9 mm, porém sem visualização direta de cálculo no colédoco. Não há sinais de colangite. A equipe cirúrgica discute a necessidade de investigação adicional. Considerando os critérios de estratificação de risco para coledocolitíase, qual deve ser a conduta?
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Resposta Correta
B
Comentário
Gabarito extraoficial. Pode estar sujeito a alterações.
A paciente apresenta critérios de alto risco para coledocolitíase (bilirrubina total = 3,2 associada a colédoco dilatado > 6 mm). Segundo as diretrizes da ASGE mais recentes, pacientes com risco alto (probabilidade >50%) devem ser encaminhados diretamente à terapêutica com CPER (pré ou intraoperatória), enquanto a colangiorressonância e a ecoendoscopia se reservam aos pacientes de risco intermediário.
A paciente apresenta critérios de alto risco para coledocolitíase (bilirrubina total = 3,2 associada a colédoco dilatado > 6 mm). Segundo as diretrizes da ASGE mais recentes, pacientes com risco alto (probabilidade >50%) devem ser encaminhados diretamente à terapêutica com CPER (pré ou intraoperatória), enquanto a colangiorressonância e a ecoendoscopia se reservam aos pacientes de risco intermediário.
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