SES PE 2026.2
Questão 70 — SES PE 2026.2
Menino de 6 anos apresenta febre baixa intermitente há 5 semanas, dor óssea noturna em membros inferiores, claudicação ocasional e fadiga progressiva. Foi tratado com antibiótico e anti-inflamatório sem melhora. Exame: palidez, equimoses esparsas, hepatoesplenomegalia discreta, sem artrite verdadeira. Hemograma: Hb 8,1 g/dL, leucócitos 3.200/mm³, neutrófilos 420/ mm³, plaquetas 38.000/mm³. DHL e ácido úrico elevados. O esfregaço periférico não mostra blastos evidentes. Qual é a conduta mais apropriada diante da principal hipótese diagnóstica?
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Resposta Correta
C
Comentário
Gabarito extraoficial. Pode estar sujeito a alterações.
O quadro clínico de dor óssea difusa, febre arrastada, hepatoesplenomegalia e pancytopenia, associado a marcadores de lise celular (DHL e ácido úrico elevados), sugere fortemente leucemia aguda (LMA ou LLA). A ausência de blastos no esfregaço de sangue periférico é um achado comum (leucemia aleucêmica) e não exclui o diagnóstico. De acordo com as diretrizes de oncohematologia pediátrica de 2026, o paciente deve ser rapidamente encaminhado para avaliação especializada, realização de aspirado de medula óssea (mielograma) e prevenção da síndrome de lise tumoral.
O quadro clínico de dor óssea difusa, febre arrastada, hepatoesplenomegalia e pancytopenia, associado a marcadores de lise celular (DHL e ácido úrico elevados), sugere fortemente leucemia aguda (LMA ou LLA). A ausência de blastos no esfregaço de sangue periférico é um achado comum (leucemia aleucêmica) e não exclui o diagnóstico. De acordo com as diretrizes de oncohematologia pediátrica de 2026, o paciente deve ser rapidamente encaminhado para avaliação especializada, realização de aspirado de medula óssea (mielograma) e prevenção da síndrome de lise tumoral.
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