A paciente comparece à unidade de saúde da família com seu filho de 7 anos. Informa que a criança foi diagnosticada com asma há 4 meses, quando iniciou o tratamento com budesonida spray oral, em uso até o momento. Relata que a criança estava bem até há 2 dias quando começou a apresentar sibilos e tosse seca principalmente à noite e pela manhã, ao acordar. Nega dispneia e não sabe informar sobre a ocorrência de febre. Durante a consulta, a médica colheu a história clínica da criança, realizou o exame físico completo e mediu o pico de fluxo expiratório (PFE), constatando que a asma não estava controlada. Com base nas informações descritas acima, qual a conduta inicial mais adequada para o caso desta criança?
A
Prescrever corticoide por via oral por 5 dias e, se não houver melhora, encaminhar a criança ao especialista para avaliação do caso.
Incorreta. A conduta “Prescrever corticoide por via oral por 5 dias e, se não houver melhora, encaminhar a criança…” não é a melhor abordagem para este cenário. Em criança com asma aparentemente não controlada apesar de corticoide inalatório, o primeiro passo é confirmar fatores modificáveis: adesão, técnica do dispositivo, comorbidades/infecção e controle ambiental.
B
Iniciar broncodilatador de ação-rápida inalatório por 5 dias e, se não houver melhora, encaminhar a criança ao especialista para avaliação e conduta.
Incorreta. A conduta “Iniciar broncodilatador de ação-rápida inalatório por 5 dias e, se não houver melhora, encaminhar a criança…” não é a melhor abordagem para este cenário. Em criança com asma aparentemente não controlada apesar de corticoide inalatório, o primeiro passo é confirmar fatores modificáveis: adesão, técnica do dispositivo, comorbidades/infecção e controle ambiental.
C
Verificar presença de infecção respiratória atual, a adesão aos medicamentos, a técnica de uso do dispositivo inalatório e o cuidado ambiental.
Correta. Antes de intensificar a asma, é essencial checar adesão, técnica inalatória, infecção e exposições ambientais.
D
Encaminhar a criança ao especialista para avaliação do caso, realização de exames específicos e ajustes do esquema terapêutico para asma.
Incorreta. A conduta “Encaminhar a criança ao especialista para avaliação do caso, realização de exames específicos e ajustes do…” não é a melhor abordagem para este cenário. Em criança com asma aparentemente não controlada apesar de corticoide inalatório, o primeiro passo é confirmar fatores modificáveis: adesão, técnica do dispositivo, comorbidades/infecção e controle ambiental.
Ver Resposta e Comentário
Resposta CorretaC
Comentário
Em criança com asma aparentemente não controlada apesar de corticoide inalatório, o primeiro passo é confirmar fatores modificáveis: adesão, técnica do dispositivo, comorbidades/infecção e controle ambiental. Só depois se decide escalonamento terapêutico ou encaminhamento.