USP RP 2025
Questão 18 — USP RP 2025
Recém-nascido (RN) do sexo masculino, nascido com 2950g, Apgar 9/10. A mãe teve pré-eclampsia na gestação e trabalho de parto inibido com 29 semanas. Com 36 semanas, ela apresentou um quadro febril, com trabalho de parto espontâneo e rotura da bolsa amniótica, sendo iniciado tratamento de corioamnionite. Evoluiu para um parto vaginal, 20 horas após a rotura da bolsa. Ao nascer, o RN foi colocado em contato pele a pele com a mãe, permanecendo em boas condições, com exame físico normal. Considerando a presença de fatores de risco para sepse neonatal precoce, qual é a conduta mais adequada para o RN neste momento?
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Resposta Correta
A
Comentário
De acordo com as atualizações recentes da Academia Americana de Pediatria (AAP) sobre sepse neonatal precoce (frequentemente utilizando a "calculadora de sepse"), a conduta frente ao risco materno de corioamnionite não exige mais a rotina compulsória de exames laboratoriais e início empírico de antibióticos para recém-nascidos >35 semanas que se apresentam bem, vigorosos e com exame físico totalmente normal (Apgar 9/10). A recomendação mais apropriada que reduz intervenções invasivas desnecessárias é o monitoramento rigoroso por avaliações clínicas seriadas nas primeiras 24-48 horas de vida.
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