Medicina PreventivaAtenção Primária à Saúde (APS) e Medicina de Família e ComunidadeCOVID-19
Atuando como médico da equipe de Estratégia de Saúde da Família, durante a pandemia da COVID-19, e seguindo o “Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde”, publicado pelo Ministério da Saúde, adotou-se o “Fast-Track para Síndrome Gripal”, sendo este um método derivado de protocolo de triagem em emergências.
A
o médico deve classificar a gravidade e verificar condições clínicas de risco que indicam encaminhamento do paciente para centro de referência/atenção especializada.
Alternativa aceita pela banca. Explicação abaixo.
B
deve ser adotado por Unidades Básicas de Saúde ou Unidades de Pronto Atendimento, que são referências para atendimento de sintomáticos respiratórios, com objetivo de avaliar indicação de internação em Unidade de Terapia Intensiva.
A APS foca na estratificação de risco e referenciamento para atenção especializada, não na indicação direta de UTI.
C
ele substitui o protocolo de Manchester, devendo ser utilizado no acolhimento pelos profissionais de enfermagem, a fim de definir o acesso do paciente à Unidade Básica de Saúde ou seu encaminhamento para Unidade de Pronto Atendimento.
O Fast-Track não substitui a triagem de Manchester; é um fluxo específico adotado na APS para síndromes respiratórias.
D
trata-se de fluxograma de uso exclusivo de médicos e enfermeiros, visando a avaliar a gravidade do paciente, a indicação de isolamento com precaução de contato e a necessidade de encaminhamento para atenção hospitalar de referência.
O protocolo Fast-Track envolve diversos profissionais da APS desde o acolhimento, não sendo exclusivo de médicos e enfermeiros.
Ver Resposta e Comentário
Resposta CorretaA
Comentário
Na organização dos fluxos assistenciais da Atenção Primária à Saúde (APS) durante a pandemia de COVID-19, o Fast-Track (Fluxo Rápido) foi implementado para agilizar o atendimento, reduzir a disseminação viral no ambiente de saúde e iniciar precocemente o manejo de sintomáticos respiratórios. Nesse contexto, o papel principal do médico na APS diante desse paciente é classificar a gravidade do quadro (sinais de alarme) e investigar a presença de comorbidades e fatores de risco. A partir dessa estratificação, define-se se o caso pode ser acompanhado ambulatorialmente (telemonitoramento e isolamento domiciliar) ou se exige encaminhamento imediato para unidades de pronto-atendimento ou centros de referência, dependendo da saturação e estado clínico geral.
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