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Santa Casa SP 2023

Questão 24 — Santa Casa SP 2023

Cirurgia Geral Ortopedia e Traumatologia Trauma
No tratamento cirúrgico de fraturas dos ossos do antebraço em adultos, o cirurgião deve realizar redução
A Anatômica e, sempre que possível, compressão interfragmentária com estabilidade absoluta, já que o tratamento das fraturas de antebraço segue os mesmos princípios do tratamento das fraturas articulares.
B Anatômica e, sempre que possível, estabilidade relativa com uso de tutor interno, já que o tratamento das fraturas de antebraço segue os mesmos princípios básicos das demais fraturas diafisárias.
C Funcional e, sempre que possível, compressão interfragmentária com estabilidade absoluta, já que otratamento das fraturas de antebraço segue os mesmos princípios do tratamento das fraturasarticulares.
D Funcional e, sempre que possível, estabilidade relativa com uso de tutor interno, já que o tratamento das fraturas de antebraço segue os mesmos princípios básicos das demais fraturas diafisárias.
E Funcional e, sempre que possível, estabilidade relativa com uso de imobilização gessada, já que o tratamento das fraturas de antebraço segue os mesmos princípios básicos das demais fraturas diafisárias.
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Resposta Correta A
Comentário

Alternativa Correta: A.

Fraturas diafisárias de rádio e ulna no adulto exigem restauração anatômica de comprimento, alinhamento e sobretudo rotação. Por isso, são tratadas com princípios semelhantes aos de fraturas articulares, buscando estabilidade absoluta e compressão quando possível.

Análise das alternativas:

  • A: Correta. A redução anatômica e estabilidade absoluta preservam a relação rádio-ulnar e os movimentos de pronação e supinação.
  • B: Estabilidade relativa pode ser adequada a muitas fraturas diafisárias, mas no antebraço adulto a precisão anatômica e estabilidade absoluta são particularmente importantes.
  • C: Redução apenas funcional não é suficiente para restaurar a biomecânica do antebraço, apesar de a estabilidade absoluta estar corretamente citada.
  • D: Tanto a redução funcional quanto a estabilidade relativa são inferiores ao objetivo de redução anatômica e compressão nessas fraturas.
  • E: Tratamento gessado com redução funcional não é a estratégia padrão para fraturas diafisárias instáveis de ambos os ossos do antebraço em adultos.

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