Questão 28 — UNESP 2021
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Alternativa B correta. Em restrição de crescimento fetal precoce com diástole ausente na artéria umbilical e 30 semanas, a vigilância deve ser intensificada. O ducto venoso é um parâmetro importante para detectar deterioração cardiovascular fetal e auxiliar na definição do momento de interrupção antes de prematuridade extrema desnecessária.
A ausência de fluxo diastólico na artéria umbilical é sinal de insuficiência placentária grave, mas não determina obrigatoriamente cesárea imediata se outros parâmetros fetais ainda estiverem preservados. A estratégia combina corticoide, monitorização frequente, Doppler de ducto venoso e, conforme idade gestacional, sulfato de magnésio antes do parto. Cardiotocografia convencional isolada é insuficiente para postergar automaticamente até 34 semanas.
Ponto de prova: Este item está inserido em Medicina Fetal › Restrição de Crescimento Fetal. A banca exige reconhecer o elemento que diferencia a resposta correta das alternativas apenas parcialmente plausíveis. A formulação oficial escolhida é “acompanhamento pelo ducto venoso.”. Na resolução, vale priorizar os dados objetivos do enunciado, a fisiopatologia ou regra normativa diretamente aplicável e, por fim, verificar se a conduta proposta é proporcional ao cenário clínico.
- A: Incorreta. Diástole ausente aos 30 semanas não exige interrupção imediata se a vigilância fetal ainda permite manejo expectante.
- B: Correta. Doppler do ducto venoso é ferramenta central para monitorar deterioração em RCF precoce grave.
- C: Incorreta. Cardiotocografia isolada não é suficiente para manter gestação até 34 semanas nesse cenário.
- D: Incorreta. Interrupção imediata expõe a prematuridade sem considerar outros marcadores de deterioração fetal.
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