Questão 47 — UNESP 2021
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Alternativa A correta. Na ressuscitação inicial de choque séptico/sepse com hipoperfusão, recomenda-se cristaloide em torno de 30 mL/kg e, se a hipotensão persistir, noradrenalina como vasopressor de primeira escolha para manter PAM em torno de 65 mmHg.
Coloides não são preferidos rotineiramente à solução cristaloide. Dobutamina é reservada a disfunção miocárdica/hipoperfusão persistente apesar de volume e pressão adequados, e não por uma meta rígida de saturação venosa central. Vasopressina e corticoide podem ser adicionados em choque refratário, mas não constituem tratamento obrigatório da primeira hora para todos. Metas fixas de PVC e PAM 75 mmHg deixaram de ser padrão universal.
Ponto de prova: Este item está inserido em Infectologia › Sepse. A banca exige reconhecer o elemento que diferencia a resposta correta das alternativas apenas parcialmente plausíveis. A formulação oficial escolhida é “30 ml/kg de cristaloide e a prescrição de noradrenalina para manter PAM maior ou igual a 65 mmHg.”. Na resolução, vale priorizar os dados objetivos do enunciado, a fisiopatologia ou regra normativa diretamente aplicável e, por fim, verificar se a conduta proposta é proporcional ao cenário clínico.
- A: Correta. Cristaloide 30 mL/kg e noradrenalina para PAM ≥65 mmHg refletem o manejo inicial recomendado.
- B: Incorreta. Coloide e dobutamina guiada por SvO2 fixa não representam a estratégia padrão atual.
- C: Incorreta. Vasopressina e hidrocortisona não são obrigatórias de início em todos os pacientes.
- D: Incorreta. Reposição não deve ser guiada por uma meta fixa de PVC e a PAM usual é ≥65 mmHg.
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