Questão 38 — UNESP 2024
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Alternativa Correta: A.
Um T-score entre -1,0 e -2,5 caracteriza baixa massa óssea, tradicionalmente chamada de osteopenia. Portanto, T-score de -1,8 no colo do fêmur indica densidade mineral óssea inferior à de adultos jovens e, consequentemente, risco de fratura maior que o de pessoas com massa óssea normal.
Isso não significa que todo paciente com osteopenia precise de bisfosfonato ou outro antirreabsortivo. A decisão terapêutica considera história de fratura por fragilidade, T-score, idade e risco absoluto calculado por instrumentos como FRAX. Osteoporose densitométrica é definida por T-score ≤ -2,5 em sítio válido.
Terapia hormonal pode prevenir perda óssea em mulheres sintomáticas no climatério e em janela adequada, mas não é iniciada rotineiramente aos 68 anos, 17 anos após a menopausa, apenas para proteção óssea. Cálcio e vitamina D devem ser adequados à necessidade individual, mas não substituem estratificação de risco.
Análise das alternativas:
- A: Correta. T-score de -1,8 define baixa massa óssea/osteopenia e implica risco de fratura maior que o de mulheres com densidade mineral óssea normal.
- B: Incorreta. Terapia hormonal não é iniciada aos 68 anos apenas para osteopenia assintomática, especialmente muitos anos após a menopausa.
- C: Incorreta. Antirreabsortivo não é automaticamente indicado para todo T-score entre -1 e -2,5; é necessário avaliar risco absoluto de fratura e outros critérios.
- D: Incorreta. O T-score femoral já permite classificar baixa massa óssea e estimar risco; ausência do valor lombar não impede reconhecer risco aumentado.
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