Questão 89 — USP SP 2021

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A paciente tem ureterolitíase sintomática com crises repetidas em poucos dias, falha do manejo conservador e imagem demonstrando cálculo ureteral que não está evoluindo espontaneamente. Não há sepse ou insuficiência renal, mas a recorrência intensa justifica tratamento definitivo.
A ureterolitotripsia endoscópica permite fragmentar e retirar o cálculo de forma minimamente invasiva. Cirurgias abertas/laparoscópicas são reservadas a situações excepcionais. Tamsulosina pode ser usada em terapia expulsiva para cálculos apropriados, mas não é suficiente após repetidas falhas e quadro persistente.
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